Dependência ou Morte

Dependência ou Morte

Publicado em 06. set, 2009 por Rev. Giuliano Coccaro em Boletim, Família, Reflexão

O grito da verdadeira liberdade

Nossa pátria ergue-se pujante e majestosa, como uma nação continental, de beleza multiforme e encantos mil. Somos um país multiracial e policultural, características que tornam a nossa terra um torrão mui amado.

O Brasil é um país banhado pelo mar, ornado por montanhas altaneiras, planícies férteis e vales cheios de riqueza. O Brasil abriga em seu seio bosques, rios, campinas e vastos campos cheios de fartas lavouras. Somos agraciados por Deus por uma terra de grandes reservas minerais, de imensa riqueza hídrica, de recursos naturais sem paralelos no cenário mundial.

Por outro lado, somos também o país dos contrastes. Somos a nação de grandes universidades e um país de muitos analfabetos. Somos o país emergente de uma economia que se robustece e de uma grande população que vive condenada à pobreza. Somos um país democrático, mas com uma liderança política ainda levedada pelo fermento da corrupção endêmica e sistêmica. A moral da nossa nação está rota e doente: a violência instalada. A injustiça social perdura. A corrupção se espalha. A imoralidade salta aos olhos.

A falta de integridade no governo, na sociedade, na família e até na igreja faz ouvir seus pavorosos bramidos, anunciando a chegada inevitável, visível, clara e ampla do juízo de Deus como a luz da aurora que se espraia do topo de uma montanha. Não se constrói uma grande nação apenas com riquezas materiais. O pecado é o opróbrio das nações. Ele traz em si o DNA da morte. Onde o pecado prevalece, a nação adoece, fragiliza-se e entra em colapso.

É preciso tocar a trombeta aos ouvidos da nossa nação. É preciso dizer ao Brasil que feliz é a nação cujo Deus é o Senhor, e que só Deus pode salvar o nosso povo e sarar a nossa terra. É preciso dizer ao Brasil que se o barco está afundando e o povo está naufragando na desesperança, Jesus tem poder de caminhar sobre essas ondas encapeladas e vencê-las. Jesus tem autoridade para fazer cessar a tempestade e aquietar os ventos procelosos que nos fuzilam. Só ele pode nos levar ao porto seguro da ordem e do progresso.

É preciso um novo grito, de uma nova e verdadeira liberdade. O grito da dependência de Deus e da independência do pecado. A decisão de romper com os grilhões daquilo que nos carrega para morte e correr para os braços de Jesus. “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”.

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