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Templo a Baal será erguido na Inglaterra e nos EUA

01/04/2016

Sei que o título deste artigo pode aparentar ser falso, principalmente por ser publicado na data de hoje, dia 1º de abril, lembrado mundialmente como o Dia da Mentira, mas é a mais pura verdade. O templo ao deus Baal foi um marco mundialmente famoso, que ficava em Palmira, na Síria. Em agosto de 2015, o local foi destruído pelos terroristas do Estado Islâmico. Em uma tentativa de, como definiram, preservar a história, duas réplicas exatas do arco de cerca de 15 metros, que ficava na entrada do templo, será erguido neste mês de abril na Times Square (foto) em Nova York, nos Estados Unidos, e em Trafalgar Square, em Londres, Inglaterra.

Apesar da seriedade do assunto, muitas pessoas nem ligam para o que está prestes a acontecer em pontos estratégicos de dois dos maiores países do mundo. Nos tempos antigos, o sacrifício de crianças e orgias bissexuais eram práticas comuns nos altares de Baal, e agora colocam um monumento de adoração a este falso deus no coração de cidades muito importantes. Essa notícia foi publicada pelo jornal New York Times.

Claro, a maioria das pessoas não religiosas nem sabe quem é essa divindade chamada Baal. Realisticamente, os cidadãos parecem nem se importar. Talvez porque muitos dos elementos do antigo culto a Baal se repetem em nossa sociedade em 2016.

O ator e cineasta inglês Matt Barber escreveu um texto para um jornal. Aqui se pode acompanhar uma parte. “O ritual de adoração ao deus Baal era mais ou menos assim: adultos se reuniam ao redor do altar onde recém-nascidos eram queimados vivos como um sacrifício à divindade. Em meio a gritos horríveis e o cheiro de carne humana queimada, os adoradores – homens e mulheres – se envolviam em orgias heterossexuais e homossexuais. O ritual se destinava a produzir prosperidade econômica e solicitava a Baal que trouxesse chuva para a fertilidade da terra.

As consequências naturais de tal comportamento sexual eram crianças nascidas em grande quantidade e os encargos financeiros da “paternidade não programada” eram facilmente resolvidos com o sacrifício dos bebês. O liberalismo moderno é pouca coisa diferente de seu antecessor. Enquanto seus rituais macabros foram adornados com termos floridos e eufemismos, seus princípios e práticas fundamentais permanecem estranhamente similares.

Assim, considerando o sacrifício de crianças e imoralidade sexual que enfrentamos hoje, talvez, seja natural para nós ter um templo de Baal, na Times Square e outro na Trafalgar Square, em países que já foram pilares do protestantismo e adoraram o único e verdadeiro Deus. No mundo antigo, os nomes de Baal e Bel eram muitas vezes intercambiáveis, e ambos remontam ao antigo deus babilônico Marduk.

Baseado em estudos de Escatologia, pode ser que, na verdade norte-americanos e ingleses estejam construindo um templo para o Anticristo. Tudo isso deve soar muito estranho para os não religiosos e para aqueles que não aceitaram Jesus Cristo como Senhor e salvador de suas vidas. Mas há ocultistas que levam este material mortal sério. No mundo espiritual, nada, seja na Times Square ou na Trafalgar Square, acontece por acidente.

Fonte: Charisma News
Adaptação: Milton Alves




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