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Muçulmanos se convertem após rejeitarem violência do EI

30/07/2015

As práticas cruéis e violentas do Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque, principalmente contra os cristãos, têm sido tão chocantes para os muçulmanos que muitos deles estão deixando o Islã e se tornando cristãos por não concordarem com o atos. Segundo informações da agência Pew Research, no ano de 2050, o Islã poderá ser a maior religião do mundo. Mas, os atos desumanos do Estado Islâmico (cuja sigla em inglês é ISIS), feitos em nome de Alá, têm assustado os muçulmanos de várias partes do mundo, os quais estão questionando sua fé e pensando em abandoná-la.

Os testemunhos de missionários cristãos que trabalham no mundo islâmico indicam que existem mais muçulmanos convertidos ao cristianismo nos últimos 14 anos, desde o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, do que em épocas anteriores.

“Muitos seguidores do Islã dizem: ‘Se o que o Estado Islâmico faz é o Islã, então eu vou deixar o Islã’ e há até alguns que se tornam ateus”, disse o irmão Rachid, que apresenta um programa de TV destinado a muçulmanos de linha árabe. “Existe, por isso, uma enorme onda de ateísmo no mundo árabe e muitos se voltam para Jesus Cristo”, afirma Rachid.

“O Islã pode entrar em colapso”, acrescenta irmão Rachid, cujo pai é um imã marroquino que vive em segredo depois que ele se tornou um cristão.

O pastor Fouad Rasho, da Igreja Aliança, da Suécia, já batizou mais de uma centena de ex-muçulmanos. Eles dizem que a selvageria do Estado Islâmico tem impulsionado muitos muçulmanos a se achegar ao Senhor Jesus Cristo.

“A cada semana, uma ou mais pessoas vêm a mim interessadas em saber mais sobre o cristianismo e os seus ensinamentos da Bíblia, por estarem muito cansados de serem muçulmanas. Elas não querem seguir esta religião”, disse o pastor Rasho.

Os novos convertidos ao cristianismo mantiveram sua mudança de fé em segredo, para proteger suas vidas e não serem marginalizados pela sociedade muçulmana. Imran (nome fictício), um estudante universitário britânico de uma família imigrante paquistanesa, diz que deixar o Islã é muito difícil.

“Se alguém deixa o islã, torna-se um apóstata, e é excluído da família, que é a primeira a abandonar a pessoa”, lembra o jovem.

Fonte: CPAD News
Adaptação: Milton Alves




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