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Graham compara EUA com império babilônico e prevê ruína

13/05/2016

Que os Estados Unidos são um império econômico, militar e cultural, não se discute. Mas, para o pastor Franklin Graham, os detalhes que fizeram do país a potência que é estão sob ameaça, e com isso, o próprio império norte-americano. Graham citou o caso da queda do Império Babilônico, há aproximadamente 2.500 anos, como exemplo de hegemonia que pode ruir. Os casos do Império Romano e, mais recentemente, o Império Britânico, menor, também são exemplos que ruíram.

Em um artigo publicado em sua página no Facebook, Franklin Graham afirmou que esse será o destino dos Estados Unidos, a menos que o país se dedique a resgatar suas origens.

“Qual é a escrita na parede da América? Como nação, podem ser encontradas falhas por causa do pecado e desobediência à santa palavra de Deus. Nós não honramos a Deus. Se nós não voltarmos para Deus, temo que o nosso fim esteja próximo”, escreveu o pastor, citando a passagem bíblica de Daniel 5.

A Babilônia era situada na região onde hoje está o Iraque, seu rei na época se orgulhava de ter um dos maiores exércitos do mundo:

“O rei Belsazar fazia grandes festas e ostentava com suas esposas, suas amantes e seus nobres […] Enquanto eles estavam festejando, a mão de Deus apareceu e escreveu uma mensagem na parede, aterrorizando a todos, incluindo Belsazar. Seu rosto ficou pálido e seus joelhos ficaram fracos. Daniel foi chamado para interpretar a caligrafia que dizia três coisas: ‘Mene: Deus contou os dias do seu reinado e trouxe-a para um fim; ‘Tequel’: Você foi pesado na balança e achado em falta; ‘Parsim’: O seu reino está dividido e dado aos medos e aos persas”, contextualizou o pastor.

O desenrolar da narrativa bíblica mostra que o rei foi morto na mesma noite e seu império ruiu. Dentro dessa ambientação, Graham usou a retórica de suas pregações, para afirmar que os Estados Unidos foram “despojados de sua herança bíblica”, segundo informações do site Christian Post.

“Nosso país está indo na direção errada. E eu acho que alguns dos políticos que estão em atividade, estão agindo com raiva e frustração neste país. Quero que os cristãos saibam que sua abstenção conta para que tenhamos Deus de fora do governo, escolas e tudo o mais. Temos de voltar para Deus”, afirmou o pastor, há dois meses, incentivando os cristãos norte-americanos a votarem nas próximas eleições presidenciais, já que o voto por lá não é obrigatório.

“Enquanto os Estados Unidos se concentram em suas próprias políticas, o mundo está se desfazendo. Os sinais de perigo estão por toda parte. Decapitações, estupros, assassinatos, atentados estão ocorrendo todos os dias em todo o Norte da África até o Oriente Médio, até as fronteiras da Índia”, afirmou, fazendo referência ao extremismo que alimenta o terrorismo atualmente.

“Um dia Deus vai limpar a lousa e ‘criar novos céus e uma nova terra; e o primeiro não deve ser lembrado, nem mais se recordarão’ (Isaías 65.17). Para aqueles que confiaram em seu Filho, Jesus Cristo, pela fé, há um futuro eterno com ele para olhar para frente”, concluiu.

Fonte: Gospel Prime
Adaptação: Milton Alves




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