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Escolas proíbem alunos de mencionar Jesus e pais protestam

30/12/2015

A censura à Bíblia Sagrada e aos princípios do Evangelho nos Estados Unidos beira o ridículo. Uma autoridade da área de educação proibiu qualquer menção religiosa nas atividades de Natal, mas sua decisão se tornou alvo de protestos. Thomas Salyer, superintendente de Educação do condado de Johnson, no estado de Kentucky, Estados Unidos, ignorou a origem do feriado de Natal celebrado no ocidente, e determinou que qualquer menção a Jesus deveria ser evitada.

Em um dos casos, os alunos do colégio W. R. Castle Elementary School fizeram uma adaptação ao teatro do especial de TV “O Natal do Charile Brown”, que continha um trecho bíblico em seu conteúdo, mas foram obrigados pelo diretor da escola, Jeff Cochran a remover as referências ao texto do livro sagrado do cristianismo.

No desenho, uma das cenas mais empolgantes mostra o personagem Linus van Pelt recitando parte do capítulo 2 do Evangelho de Lucas, que diz “[…] ‘Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor. Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura’. De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo: ‘Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor’”.

A decisão fez com que pais protestassem em frente ao prédio da escola por vários dias, mas isso não demoveu Cochran de sua decisão. No entanto, os pais foram ainda mais incisivos em seu protesto: quando os alunos encenaram a peça, não desobedeceram a ordem e não fizeram a citação do trecho bíblico, mas a plateia, formada em sua maioria por pais e familiares, recitou a fala do personagem Linus com versos bíblicos.

“Os pais que estavam nas arquibancadas citaram o versículo do livro de Lucas, e foi simplesmente um momento incrível. Todo mundo estava, praticamente, aplaudindo em lágrimas. Foi um grande momento”, contou Joey Collins, pai de um estudante, segundo informações do Washington Times.

O caso foi comentado pelo pastor Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham:

“Os alunos foram obrigados a deixar de fora o verdadeiro significado do Natal, registrado na Bíblia. Que tipo de programa de Natal é esse? É uma pena que muitos já não dão boas-vindas a Cristo em sua própria história”, afirmou, em uma publicação no Facebook.

Indo além, o pastor explicou que, há 50 anos, quando o autor das histórias de Charlie Brown, Charles Schultz, escreveu seus primeiros textos sobre o Natal, já havia censura por parte dos produtores, que ameaçavam cortar a fala de Linus sobre Jesus, pois a menção ao nazareno em um desenho nunca havia acontecido.

“Schultz não voltou atrás, e não devemos recuar agora. Ele estava absolutamente certo quando disse: ‘Se vamos fazer um especial de Natal, nós realmente temos que fazê-lo da maneira certa’”, relembrou Graham.

Fonte: Gospel +
Adaptação: Milton Alves




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