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A ardilosa estratégia da Ideologia de Gênero

14/07/2015

1. A Ideologia de Gênero, também conhecida como Ideologia da Ausência de Sexo, pressupõe que os sexos — masculino e feminino — são construções culturais e sociais, e que o ser humano ao nascer não deve ser rotulado como “menino” ou “menina”, mas apenas como criança.

2. Esta ideologia ignora a natureza e os fatos biológicos e alega que os seres humanos nascem “neutros”, e que, portanto, as identidades de gênero e as orientações sexuais devem ser moldadas ao longo da vida. Segundo esta ideologia, a criança deve decidir, depois de crescida, se quer ser menino ou menina.

3. O Ministério da Educação (MEC) tentou incluir a ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024) para que o tema fosse ministrado aos alunos na escola. Durante a votação do PNE (Lei 13.005, 25 de junho de 2014), o Congresso Nacional rejeitou a proposta do MEC e suprimiu os termos “identidade de gênero” e “orientação sexual”.

4. Contudo, após o Congresso ter rejeitado a ideologia de gênero, o Fórum Nacional de Educação, publicou em novembro de 2014, diretriz educacional incluindo os termos da ideologia de gênero: “identidade de gênero” e “orientação sexual”, a serem executadas como responsabilidade da União, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios.

5. O Ministério da Educação desrespeitou a Lei aprovada pelo Congresso e determinou aos Estados e Munícípios que inserissem nos Planos Estaduais de Educação (PEE) e Planos Municipais de Educação (PME) a ideologia de gênero para ser ensinada aos alunos nas escolas.

6. Qual será a intenção do Ministério de Educação? O que se pretende com a imposição da ideologia de gênero? A resposta é simples. O objetivo é o doutrinamento estatal das crianças. Deste modo, nossas crianças ficarão sem nenhum referencial da heterossexualidade e da família tradicional. Pretende-se impor, por meio da coerção e da opressão, o estímulo à homoafetividade e à prática homossexual. O fim de tudo isto é a destruição da família.

7. As teorias de Karl Marx e Friedrich Engels sobre a necessidade de desconstruir a família foram utilizadas na Revolução Leninista e aprofundadas pela Escola de Frankfurt. Ao analisar a revolução Russa de 1917, Kate Millett escrevou, em sua obra “Sexual Politics”: “o desaparecimento do papel ligado ao sexo e a total independência econômica da mulher destruiriam ao mesmo tempo a autoridade e a estrutura econômica. Parece improvável que tudo isto possa acontecer sem um efeito dramático sobre a família” [Kate Millett: Sexual Politics, 1969, Rupert Hart-Davis, London].]

8. Prezados leitores o que está acontecendo no Brasil é muito sério e grave. A ideologia de gênero está sendo votada nos Estados e nos Munícipios brasileiros. É preciso clamar e inteceder ao Senhor Deus Todo Poderoso em favor desta nação. Também é necessário exercer nossa cidadania. É urgente, ainda, de modo consciente e por meio do voto democrático retirar do poder as autoridades corrompidas e substituí-las por pessoas idôneas.

“E, se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e buscar a minha face, e se afastar dos seus maus caminhos, eu os ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7.14)

Pastor Douglas Roberto de Almeida Baptista, da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal




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