Amor, eterno amor

Com quase tudo o que acontece na vida podemos aprender. Algumas vezes aprendemos com coisas boas. Outras aprendemos  com fatos ruins e que atrapalham nossos planos. Não os planos de Deus. Como esta coluna é dirigida, principalmente, a jovens, a maioria solteiros, me permito escrever uma, digamos assim, orientação, dada pelo músico Bob Marley, que está longe de ser um exemplo a ser seguido, mas dá para se tirar grande aprendizado. Bob Marley escreveu para os homens, mas vale para moços e moças, homens e mulheres. Basta trocar o gênero. Também vale ressaltar a ordem divina de se guardar antes do casamento, o que, naquele momento da vida, não foi analisado pelo autor, que depois se converteu. Vamos tentar entender a palavra amor somente no sentido emocional, não físico. Aqui vai o que disse o cantor, compositor e guitarrista.

“Você pode não ser o primeiro homem dela, o  último homem dela ou o único homem dela. Ela amou antes, pode ser que ame de novo. Mas se ela te ama agora, o que mais importa? Ela não é perfeita - você também não é -, e vocês dois podem nunca ser perfeitos juntos, mas se ela te faz rir, te faz pensar duas vezes, e admite ser humana e cometer erros, segure-se a ela e dê a ela o máximo que você puder. Ela pode não estar pensando em você a cada segundo do dia, mas ela te dará uma parte dela que sabe que você pode quebrar - o coração. Então não a machuque, não a mude, não analise e não espere mais do que ela pode dar. Sorria quando ela te fizer feliz, diga quando ela te deixar com raiva, e sinta a falta dela quando ela não estiver por perto.”

Essas palavras desse jamaicano que se converteu ao cristianismo em 1977 e morreu em 1981, servem muito bem para definir uma relação namorado/namorada, noivo/noiva e marido/mulher. Vejam o que a Bíblia diz em Efésios 5.25-33: “25 Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, 26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, 27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. 28 Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. 29 Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo à igreja; 30 porque somos membros do seu corpo. 31 Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne. 32 Grande é este mistério, mas eu falo em referência a Cristo e à igreja. 33 Todavia também vós, cada um de per si, assim ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie a seu marido.”

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