Arquivo por 'Boletim'
O Fim das “Palmadas”: Mais um Tapa na Cara da Família
Publicado em 25. jul, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá.
Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno”.
Provérbios 23.13,14
“Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes
que o teu ânimo se exalte até o matar”.
Provérbios 19.18
Em comemoração aos 20 anos de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso, o Projeto de Lei que prevê punição para quem aplicar castigos corporais em crianças e adolescentes, inclusive preceitua o fim das chamadas “palmadas pedagógicas”.
A subjetividade da interpretação da “palmada educacional” e as problemáticas quanto à fiscalização e aplicação da lei já deveriam prejudicar sua efetivação e submetê-la a mais diálogos com a sociedade, a fim de não nos tornarmos reféns de alguns psicólogos.
Aproveitando o gancho, o tema não é novidade nas pautas de periódicos segmentados. A revista SuperNanny número 11, de julho de 2007, aborda exaustivamente a questão. Segundo a reportagem: “quem ama não bate”, o ‘tapinha’ está “totalmente fora de moda” e o castigo físico é “um método arcaico”. Para Cris Poli (A SuperNanny), “o tapa não educa”. Apesar de ser a bola da vez nesses assuntos, entendo que algumas teorias da psicologia, desde que passou a dar palpites na educação familiar, ajudaram a piorar a falta de limites de crianças, adolescentes e jovens, o que refletiu na sociedade, e cujos frutos estamos colhendo atualmente.
Evidentemente que concordo com a tese de que o Estado precisa defender o menor – e essa é a razão do ECA existir –, proibindo, decerto, que os próprios pais pratiquem maus tratos com seus filhos. Mas palmadas não são atos de violência doméstica, como estão tentando enquadrá-las. Cada família tem o direito inalienável de educar seus filhos de acordo com seu entendimento, claro que sem excessos. Essa não é uma questão de Estado e nem deve ser política de governo. A arbitrariedade por via jurídica, neste caso, não é a melhor forma de conscientização. Além disso, as Escrituras, sim, devem regular e balizar o modo de vida dentro de nossos lares.
Entre a opinião de algum teórico, jurista ou político sobre educação de filhos e a Bíblia, escolho o ensino bíblico. Até porque Satanás, o inimigo de nossas almas, tem engendrado um ataque maligno contra nossas famílias por vários meios, inclusive os de comunicação. Desmoralização da figura do pai, banalização do sexo, superficialidade das relações, desqualificação do casamento (heterossexual e indissolúvel) e o feminismo, como alternativa ideológica para reafirmar o valor da mulher, estão entre os fundamentos fustigados pelos asseclas do inferno.
A Palavra de Deus é a nossa única regra de fé e prática. Não a interpretamos sob os ditames da cultura ou pelas lentas escusas e embaçadas de uma modernidade sem limites. A Bíblia é um livro que transpõe tempos e regiões, etnias e costumes, política e poder, teses e teorias. Ela é o sopro divino a conduzir nossa nau por águas tranqüilas a um porto seguro.
Leia também: Provérbios 13.24; 19.19; 22.15; 23.13,14; 29.15,17.
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A PEC da Felicidade e o Caso Bruno
Publicado em 18. jul, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) protocolou no último dia 7 a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prevê a inclusão do direito à busca da felicidade na Constituição. A chamada “PEC da Felicidade” propõe alterar o artigo 6º do conjunto de normas máximo do País, que dispõe sobre os direitos sociais. Caso seja aprovada, a nova redação do artigo 6º da Carta Magna, proposta pela PEC, ficará assim: “São direitos sociais, essenciais à busca da felicidade, a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, etc.
É salutar se valer de instrumentos variados para assegurar a todos, indistintamente, o cumprimento dos direitos sociais. Não me traz incômodo saber que nossos governantes estão preocupados com a felicidade de seus representados. Pelo contrário. Não há desejo mais comum e democrático entre os homens do que o de alcançá-la. Afinal, o que é felicidade?
Alguns acham que se trata de algo palpável. Outros a associam ao prazer ou à ausência de problemas. Enfim, teorias não faltam. Mas a conclusão inequívoca a que se pode chegar é a de que ter dinheiro, saúde, segurança, poder, prazeres, amigos, não garantem felicidade. Existem muitas pessoas que têm todas essas coisas e são infelizes e há outras sem quase nada, que são verdadeiramente felizes. Bruno, ex-goleiro do Flamengo, era capitão do time, atual campeão brasileiro pelo clube de maior torcida no Brasil, jovem, famoso e dono de um salário de 200 mil – sem contar o que abocanhava com patrocínios, direito de imagem e “bichos”.
Entretanto, nada disso foi suficiente para que esse rapaz, agora acusado de participar do assassinato hediondo de sua ex-namorada, se encontrasse com a verdadeira felicidade. Como tantos outros, Bruno a perseguiu onde ela está presente apenas como uma miragem. Pegou atalhos com o fim de chegar ao destino mais depressa. Sucumbiu à tentação de transformar pedras em pães.
Deus está intimamente comprometido com a sua felicidade. Ele o criou para ser feliz! Jesus começou o seu ministério falando exatamente sobre ela: “Bem-aventurados…” (Mt 5). O termo utilizado pelo Senhor no sermão da montanha é “makairós”, ou seja, “mais do que feliz”. Nossos pais na fé entenderam o recado e na resposta à primeira pergunta do Catecismo Maior de Westminster resumiram que “O fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus e se alegrar nele para sempre”. Porém a Bíblia não materializa ou condiciona a alegria às coisas. A expressão “alegrai-vos no Senhor” de Filipenses 4.4, por exemplo, nos dá a idéia de uma alegria que não depende de outros fatores, mas unicamente do Senhor.
Assim, a bem da verdade, até se tem um elemento de condicionamento. Mas um diametralmente oposto ao sugerido pelo senador. Segundo o Apóstolo Paulo, a alegria decorre de sua relação com Deus. Se esta relação estiver interrompida, você estará desligado da fonte de alegria. É necessário, então, eliminar o que se pôs entre ti e Deus. Apenas religados a essa fonte, o seu rosto vai brilhar como uma lâmpada que se acende mesmo nas noites mais sombrias da vida.
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Mudanças Radicais
Publicado em 11. jul, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“[...] aquele que está em Cristo é nova criatura, as coisas antigas
já passaram e eis que tudo se fez novo”.
2 Co 5:17
O homem é pecador. Peca por palavras, ações, omissões e pensamentos. Ele por si mesmo não pode conhecer Deus, nem amá-lo nem buscá-lo. Nenhuma pessoa tem o poder de transformar-se a si mesma. A salvação é uma transformação operada por Deus. É algo profundamente revolucionário.
Ser cristão é sair da morte para a vida, das trevas para a luz, das garras de Satanás para o Reino de Deus. Ser cristão é a transformação mais profunda que pode existir. Ser cristão é ser transformado à imagem de Jesus. Não há salvação sem mudança de rumo na vida.
Essa conversão é a demonstração externa e visível daquela mudança interior operada pelo Espírito Santo. A conversão não é apenas mudança de costumes. A conversão não é apenas a adoção de práticas religiosas.
Ninguém é automaticamente convertido por pertencer a uma família cristã ou ser membro de uma igreja cristã. A conversão é uma experiência pessoal, uma mudança íntima, cujos reflexos se tornam evidentes.
Ore
Querido Deus, desejo manter o fogo da devoção ao Senhor aceso em meu coração através da meditação e obediência à Palavra de Deus e uma vida abundante de oração! Amém.
Pense
Ninguém pode se considerar convertido a menos que sua vida revele mudança
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Segundo o Coração de Deus
Publicado em 27. jun, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade.”
Atos 13.22
O homem segundo o coração de Deus é o homem sincero e verdadeiro. A Palavra do Senhor veio a Samuel nos seguintes termos: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém, o Senhor o coração” (1Sm 16.7). Davi foi deixado por último, quase esquecido. Mas assim que ele entrou, Samuel ouviu a voz de Deus: “É este!” (1Sm 16.12).
O homem segundo o coração de Deus, também, é o homem que tem intimidade com Deus. A palavra está com o próprio Davi: “A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança” (Sl 25.14).
O homem segundo o coração de Deus é o homem que está no centro da vontade de Deus. Davi declarou: “Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher” (Sl 25.12). Não se trata da nossa escolha com a ajuda divina, mas da escolha divina para a nossa vida.
Ore
Senhor, quem somos nós para que tu te interesses por nós. Nada obstante, pela tua bendita graça, queremos ser homens e mulheres segundo o teu coração. Por Cristo. Amém.
Pense
Não se trata da nossa escolha com a ajuda divina, mas da escolha divina para a nossa vida.
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Jesus fora de campo na Copa
Publicado em 13. jun, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
Sites do mundo inteiro trouxeram em suas principais manchetes desta semana que a Associação de Pastores Evangélicos do Paraguai (Apep), que reúne quase 1.800 líderes, rechaçou, em comunicado oficial, as normas da Fifa sobre a proibição de manifestações religiosas na Copa do Mundo. Na semana passada, reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” confirmou que a entidade suprema do futebol pediu aos jogadores moderação na expressão de fé durante os jogos. O uso de mensagens escritas em camisetas por baixo do uniforme já é proibido. Porém as ações restritivas devem se estender. Orar ou exibir mensagens religiosas mesmo no fim das partidas também farão parte do pacote coercitivo.
O Brasil é um dos países que mais preocupa a Fifa quando se trata de religião. A primeira grande polêmica foi gerada em 2002 quando o Brasil ganhou o pentacampeonato mundial. O tema retornou à pauta dos noticiários na Copa das Confederações disputada em 2009. Na ocasião, jogadores liderados pelo capitão Lúcio e Kaká, se reuniram no centro do gramado para agradecer a Deus pela conquista do título diante dos EUA. A atitude incomodou várias organizações como a Associação Dinamarquesa de Futebol, que pediu punições aos atletas envolvidos no que chamaram de ‘culto religioso’. “A religião não tem lugar no futebol”, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da associação.
Parece-me que Jesus tem incomodado mais que as “vuvuzelas” na África do Sul. O presidente da Fifa, as emissoras de Tv, etc., até que tentaram tirá-las das arquibancadas, mas renderam-se à cultura zulu que tem nessas cornetas insuportáveis, que a gente vai ouvir em todos os jogos da Copa, uma identidade inalienável. Contudo, no caso de uma simples expressão de fé, como sempre houve, sem jihads em virtude disso, a coisa é bem diferente. Parece-me que estão conseguindo eliminar a religião como um dos principais traços culturais que a humanidade detém.
Logicamente que, apesar de tudo, Jesus vai continuar em campo (e fora dele) no exemplo de cada jogador evangélico. Há uma frase que diz: “Pregue, se necessário use palavras”. Só que declarações de fé vão ter que amargar o banco de reserva daqui para frente.
Em tempo: “propaganda” de religião, de jeito nenhum, mas em compensação de cerveja… A seleção brasileira de futebol tem como patrocinadora oficial uma marca de bebida alcoólica. Todos os dias vemos propagandas com técnicos e jogadores incentivando seu consumo. Quer dizer que religião nada tem a ver com esporte, mas bebida alcoólica sim, tudo a ver com futebol? Com certeza a Fifa prestaria um favor maior para a humanidade se coibisse seleções de fazer propagandas de cerveja, pois mais prejuízos decorrem dos males provocados pelo alcoolismo do que pela expressão religiosa dos atletas.
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Blackout
Publicado em 06. jun, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“Eu sou a luz do mundo; quem me segue, não andará
nas trevas; pelo contrário terá a luz da vida.”
João 8.12
Blackout (blecaute) – expressão inglesa para significar um corte momentâneo de energia elétrica. Um deles aconteceu em plena luz do dia, o que levou muitos a se darem conta de que algo errado havia ocorrido somente algumas horas depois. Há um paralelo espiritual tremendamente significativo. A Palavra de Deus afirma: vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas (1Ts 5.5). No tempo em que não havia energia elétrica, a noite era sinônimo de trevas espirituais. Hoje, à luz do dia, vivemos num mundo espiritualmente tenebroso.
Jesus disse: Eu sou a luz do mundo; quem me segue, não andará nas trevas (Jo 8.12). Havendo blackout ou não, tendo Jesus nos corações, nos sentimos seguros, pois sabemos para onde vamos, não importando a situação. Tendo a luz de Cristo, podemos servir de guias e orientadores àqueles que estão em permanente blackout, apontando-lhes uma luz no fim do túnel.
Ore
Bondoso Deus, tu que és eterna luz, ilumina o nosso coração e não permitas que nos tornemos em embaraço para que tua luz alcance a outros corações. Por Cristo. Amém.
Pense
Neste mundo tenebroso, somos chamados para refletir a luz de Cristo.
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Perdão em Família
Publicado em 24. mai, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos,
perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.”
Efésios 4.32
Como é maravilhoso saber que Deus nos perdoa. Certa ocasião uma senhora me pediu que a ouvisse numa confissão. Algo a inquietava. Após ouvi-la, orei em seu favor. Terminada a oração ela exclamou: “Caíram toneladas dos meus ombros, sinto-me leve e liberta!”.
O perdão em família não só é indispensável, como a sua prática constante é uma fonte de bênçãos. O perdão derruba as barreiras, não permite que muros nos afastem e nos separem. Joga a mágoa para fora. O perdão abre os canais de comunicação, nos faz ver as pessoas com a lente de Cristo, nos faz dormir bem, o alimento ganha outro sabor, a vida fica mais bela.
Toda a família vivendo este clima saudável. O perdão é uma estrada de duas mãos: somos perdoados por Deus e liberamos perdão. Foi assim que Jesus nos ensinou em Mateus 6.12. Nossas famílias serão curadas e desfrutarão de relacionamentos prazerosos à medida que o perdão for uma realidade. Vamos perdoar.
Ore
Deus bendito, obrigado porque em Cristo recebo o perdão dos meus pecados. Ajuda-me a viver num clima de perdão na família ou onde eu estiver. Em Cristo Jesus. Amém.
Pense
“E, quando estiverdes orando [...] perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe”. Marcos 11.25
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A Melhor Mãe do Mundo
Publicado em 08. mai, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
Vamos deixar os chavões de lado. Esse papo demagogo de que o “dia das mães é todo dia” pode ser apenas um invólucro dessa falsa demagogia que transpira piedade, mas que, na verdade, esconde o cheiro azedo que emana dos desafeiçoados. De gente que não consegue honrar, nem amar suas mães, sequer em datas especiais.
Obviamente eu não sei o que é ser mãe. Contudo, sei o que é ser filho de uma mulher extraordinária que sustenta com todas as honras o título de mãe. Ser filho de uma mãe assim é sentir-se filho de Deus. Lembro-me das vezes de infância que ficava à janela chorando e a observando atenciosamente ir para o trabalho no aguardo de que ela fosse desistir do ganha pão só para ficar comigo em casa, sem fazer nada.
Depois de alguns anos, minha mãe confessou que mais o coração dela chorava que meus olhos derramavam lágrimas. A aparente insensibilidade era sofrimento silencioso, tácito, tudo para meu bem. Não consigo esquecer de seu apoio em todos os momentos. Mesmo naquelas ocasiões em que eu buscava ofender a Deus e a toda minha família com atitudes que em nada refletiam minha educação e fé. Até hoje vejo o rosto dela emoldurado num quadro de decepção por ver o filho dela longe. Só que ela sempre aguardou o meu regresso. Nunca perguntei, mas sei que rogou e clamou por mim.
Graças a Deus me viu voltar. E quando cheguei, ela me abraçou e mais uma vez me fez sentir filho de Deus. É interessante que pouco me recordo das chineladas e palmadas. E olha que não foram raras. No fundo no fundo, acho que reconhecia o motivo e o amor de cada correção. Enfim, as memórias são muitas e o espaço pequeno. No entanto, fica aqui registrado e resumido meu sentimento: mãe, eu te amo.
Há poucos dias foi noticiado o encontro das duas mulheres goianas que tiveram seus bebês trocados na maternidade. Impressionou-me o misto de emoções que envolveu o episódio da troca desfeita. Não consegui discernir porque choravam exatamente: alegria ou tristeza? Porém uma delas afirmou: “Mãe tem amor incondicional. Não preciso ser mãe biológica para amar as crianças da mesma forma e com a mesma intensidade”. Não é por acaso que a Bíblia traça as características de uma mãe como reflexos do próprio caráter de Deus. Alguns não tiveram o privilégio de ter mãe presente. Outros já a perderam. Todavia, longe ou perto de sua progenitora, acredite que ser filho de Deus é ter a melhor mãe do mundo.
Naquele, que me deu alegria de ser filho de Denize e me deu o poder de ser feito filho de Deus.
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Em Casa, mas Sem Deus
Publicado em 02. mai, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“[...] quando eu vir o sangue não haverá entre vós praga [...]”
Êxodo 12:13
Você já parou para pensar na responsabilidade de educar seus filhos nos caminhos do Senhor? Você foi encarregado por Deus de lhes ensinar o “bê-a-bá” espiritual e levá-los a um compromisso sério diante dele (Dt 11:19-21; Pv 22:6). É uma tarefa intransferível. Não adianta passá-la para o pastor nem aos professores da Escola Dominical da igreja, embora Deus os use nessa missão pedagógica.
Entretanto, é necessário que seus filhos se arrependam dos pecados deles. Há coisas que só os seus filhos podem fazer por eles. Educação influencia, mas não determina, inclusive a salvação, posto que é obra exclusiva da graça de Deus. Ninguém vai para o céu por tabela ou a reboque. A salvação é individual. Por isso, filho de crente é um pecador que precisa dizer “sim” ao convite de Jesus à conversão.
Na Páscoa, Deus ordenou que todas as casas do seu povo fossem marcadas com o sangue do cordeiro. Caso o mandamento não fosse obedecido, a morte atingiria até mesmo os hebreus. Você pode ser filho de pais fiéis a Deus, ser membro de uma igreja ou até simpatizante do Evangelho, mas se o sangue de Jesus não for derramado na sua vida, você não se verá livre da morte eterna.
Ore
Amado Senhor, estar perto das coisas ligadas ao teu reino ou viver perto de pessoas que te amam não significa estar perto de ti, Preciso mudar de vida. Em Jesus. Amém.
Pense
Não adianta estar na casa do Pai sem o sangue do Cordeiro de Deus.
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Novo Paradigma do Amor
Publicado em 24. abr, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“Novo mandamento vos dou [...] assim como eu vos amei,
que também vos ameis uns aos outros”
João 13:34
Vivemos na era dos relacionamentos descartáveis e da fragilidade das relações afetivas. Neste contexto, gerou-se o amor moderno, bem visível nos scripts de filmes e novelas. Injustamente relegado ao sentimentalismo enganoso e ao desejo sexual das aparências. Amar se tornou um acordo comercial, uma relação de permuta, de troca, de barganha, entre partes interessadas e ensimesmadas. É o amor mercadológico que sempre espera do outro aquilo que é o seu dever. É o amor que busca receber antes de querer doar. É autocentrado, egoísta e perverso.
Para esta sociedade, Jesus tem o novo paradigma. Mas você deve estar se perguntando: por que novo? E as leis cujo foco era mostrar nosso dever para com o próximo, ou seja, o de amá-lo? O novo mandamento ensinado por Jesus não se limitou à ordem de amar, mas ao padrão desse amor: “como eu vos amei”. Ele nos amou e morreu por nós quando ainda éramos inimigos de Deus (Rm 5:10). O amor de Cristo não esperou respostas prévias, deu o exemplo para depois recebê-las como forma de gratidão. É um amor de decisão. É dar ao outro aquilo que ele precisa, não o que ele merece.
Ore
Deus, preserva-me dos falsos amores. Que eu nunca sacrifique algo sério e permanente por outro imediato. Dá-me o compromisso de amar ao meu próximo como Cristo me amou. Amém.
Pense
O verdadeiro amor mais faz do que sente ou fala.
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Dê a Notícia que Ele Vive!
Publicado em 03. abr, 2010 por Rev. Giuliano Coccaro.
“Jesus não está mais aqui: Ele vive” – disseram os anjos. Que notícia maravilhosa! Por isso, não pode ser calada por medo ou vergonha. Após a sua ressurreição, Jesus vai ao encontro de seus seguidores e pede para que eles a anunciem aos quatro cantos do mundo.
Fazer discípulos é a missão de todos nós. Você pode não conhecer muito sobre doutrinas ou nem ter versículos memorizados, mas consegue compartilhar o que Jesus Cristo tem realizado em sua vida e como tem mudado o seu coração. Lembre-se, porém, que a pregação deve ser integral. Ou seja, exponha Cristo às pessoas em tudo o que você fala ou faz. Há uma frase interessante que diz: “Pregue! Se necessário, use palavras”. O que você anuncia deve ter respaldo em suas atitudes.
O Messias que saiu do sepulcro incentivou a evangelização dizendo: “Todo poder me foi dado…”. Não há o que temer. A obra missionária pertence ao Senhor dos exércitos. Nunca se esqueça da presença constante do Jesus ressurreto ao seu lado motivando-o a declarar que há esperança para o desesperado, pois o Cristo está vivo e também pode dar vida a todo aquele que nele crê.
